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Fotogaleria: Público
Ingrid Betancourt Palacio, 46 anos, foi sequestrada há seis pelas FARC durante a campanha para as eleições presidenciais. Empenhou-se na luta contra o tráfico de droga e em causas ambientais.
Filha de um ex-senador, viveu grande parte da sua juventude em Paris, onde o pai exercia funções como embaixador da UNESCO.
Após o assassínio de Luis Carlos Galán, antigo candidato presidencial, Ingrid decidiu voltar à Colômbia, em 1989.
Aos 29 anos, quando estava a trabalhar no Ministério das Finanças colombiano, descobriu a "ponta do véu" de uma extensa rede de corrupção. Abandonou a Função Pública para se dedicar à política.
Tanto no Parlamento como na televisão denunciou a corrupção. Fundou o partido Oxígeno para sanear o país mais corrupto da América Latina. Em 1998, concorreu ao cargo de senadora e, durante o seu mandato, recebeu ameaças de morte por parte de uma organização paramilitar.
Polémica, Ingrid Betancourt publicou o livro de memórias "Raiva no Coração", em que tece duras críticas ao antigo presidente colombiano Samper e aos partidos políticos corruptos. A obra foi proibida na Colômbia. Fonte: Expresso
A operação Jaque, veio no jornal Público descrita ao pormenor com o título: Operação digna de um filme. Sem precedentes. Pela eficácia com que foi pensada e colocada em prática. Hoje fala-se em encenação. Terão sido pagos 20 milhões de dolares pelos EUA e Colombia às FARC. Juntamente com Ingrid Betancourt foram libertas outras 14 pessoas. A chegada dela hoje a França foi comovente.